I have nothing to do. I have nothing to say (J. Thunders/Born to lose)
Domingo, Fevereiro 20, 2005
Depois de assistir (ou pelo menos ouvir os diálogos do) "Cinegibi" da Turma da Mônica umas dez vezes, revi "E sua mãe também". À noite, no chuveiro, me deparo com Cebolinha e Cascão juntinhos, dentro da bacia recém utilizada no banho da criança. Meio alterada por uma cerveja, misturei os filmes e me comovi com os bonequinhos de latex. Ô imaginação fértil!
postado por: Carol 4:58 PM
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Na cozinha:
- Mãe, o que cê tá fazendo?
- Cachorro quente.
- É de comer?
- É.
- Mas não tem dente, não, né?
...
- Pai, que é isso?
- Água com gás.
- Posso "ipimentá" (experimentar)?
- Tó.
... dois golinhos, uma careta ...
- Nossa, essa água é crocante!
...
Na mesa do almoço, totalmente influenciada pelo herói da vez, "Marcelo, Martelo, Marmelo":
- Manhê, porque eu chamo Ceci? Porque não chamo garfo, faca e "bócois" (brocolis)?
postado por: Carol 4:50 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 17, 2005
Apesar de mancas, férias são legais porque me garantem tempo pra ouvir o disco "Rain Dogs", do Tom Waits, enquanto penso "numas coisas"...
postado por: Carol 10:19 PM
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Meio estranho entrar de férias na quarta-feira de cinzas, quando a vida de todo mundo voltou ao normal. Mais estranho é ter que fazer os frilas que você faz sempre porque nenhum colega quis assumir a obrigação durante seus merecidos dias de descanso. A parte boa é ficar em casa sozinha, sem ninguém me chamando. Coisa que, aliás, ainda não consegui fazer (culpa da banda larga na loja do Cibié).
postado por: Carol 3:59 PM
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Sábado, Fevereiro 05, 2005
Eu sempre amei Johnny Thunders. Tinha devoção, mesmo. Até fiz minha amiga Maíra visitar o tumulo dele em NY (era muuuiiito longe, né, Maíra?). De suas viagens internacionais, aliás, minhas amigas sempre me traziam raridades do junkie mais fofo das bandas pré punks. O tempo passou. Eu não vou mais ao Potiguá como antes, não frequento shows como antes e até tenho uns pitis típicos de balzaquianas. A fila anda, eu sei. Mas, de trás do balcão, ando meio irritada com essa febre de New York Dolls, Heartbreakers e afins que assolam as festinhas modernas. Argh!
postado por: Carol 5:11 PM
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Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005
A moça nunca tinha trabalhado como "avião". Nunca, aliás, tinha se envolvido com ocupações ilícitas. Aí, em busca de fortes emoções, decidiu transportar 20 quilos de maconha do Paraná para o Espírito Santo num ônibus de linha. No meio da viagem, "caiu" em uma fiscalização de rotina da Polícia Federal. O nome dela é Vacilene. Mas poderia muito bem ser Vacilona.
postado por: Carol 12:04 PM
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