life is life

I have nothing to do. I have nothing to say (J. Thunders/Born to lose)



Segunda-feira, Março 27, 2006

Uia! Lendo meus últimos posts, achei que os (poucos) leitores iam ficar com impressão de que sou alcóolatra. Não é isso, gente, é que estou de férias.... Aliás, nem é por isso, foi coincidência, mesmo (eu e a minha eterna mania de SEMPRE me explicar).

postado por: Carol 6:32 PM



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Ontem, enquanto arrumava a tradicional sacola de frutas e verduras do sítio mais as sobras do final de semana, meu pai aproveitou os pacotes de mandioca congelada e colocou duas latinhas de cerveja na "matula". "Uma para cada um beber na hora do jogo", explicou (obviamente as duas figuras em questão eram eu e Cibié). Aí a gente passou no mercado e comprou mais duas latas. Em casa, abdiquei de ver o jogo (apesar da minha fase total "timão-ê-ô") para fazer faxina em pleno domingo (estamos sem diarista e vocês não sabem do tanto de bagunça que essa família é capaz de fazer. Voooooolta Maria Rosa!). Sábia decisão. Cibié tomou as duas latinhas do mercado e deixou as bohemias do meu pai na geladeira. Hoje, com Ceci na escola, marido trabalhando e eu iniciando minha última semana de férias, resolvi viver um dia perfeito. Brinquei com a pequena de manhã, cozinhei sem pressa na hora do almoço, arrumei a louça (mas não tive que limpar a casa já arrumada ontem ) e passei a tarde de papo pro ar, lendo, assistindo televisão e pensando bobagens, que é o que mais gosto de fazer. Aí, agora, enquanto inventava um lanchinho saudável na cozinha, abri a primeira latinha para me inspirar. Feliz com minha segunda-feira, estou dando cabo da segunda cerveja. Resolvi escrever tudo isso aqui para, no futuro, me lembrar que preciso de muito pouco para ficar feliz. Por que a gente logo se esquece, hein?

postado por: Carol 6:23 PM



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Passeando por comunidades saudosistas no Orkut, me deparo com lembranças sobre um desfile anti-fashion que a gente organizou no Potiguá. Cara, dá um orgulho de mim mesma quando lembro que já tive (e pus em prática) idéias anárquicas como essa!!!! E, para não perder o embalo, Rodrigo está escrevendo suas memórias sobre o Potiguá aqui.

postado por: Carol 1:54 PM



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Pós-rave matrimonial familiar, só posso dizer que: não foi nada agradável chegar ao churrasco de sábado, programado só para a família, depois de, meio embriagada de uísque na festa de sexta, ter dançado "Tô ficando atoladinha" com a cunhada (entre otras cositas mas). Cara de paisagem e bola pra frente, fazer o quê, né?

postado por: Carol 1:45 PM



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Quinta-feira, Março 23, 2006

Aí eu contava pra um amigo que a festa do casamento familiar vai começar na sexta à noite e terminar apenas na tarde de sábado. E ele: "mas então não é um casamento, é uma verdadeira rave matrimonial." Hahahaha.

postado por: Carol 8:28 PM



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A utilidade de um terno, para o Cibié, ficou muito evidente hoje de manhã. Após procurararmos a indumentária pela casa inteira, finalmente nos demos conta que o paletó e a calça também estavam no carro que foi roubado (e devolvido sem as malas dentro, lembram?) há quase um ano atrás. O problema, agora, é se vestir para o casamento de logo mais. Que saco!

postado por: Carol 12:41 PM



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Sexta-feira, Março 17, 2006

De volta da praia e ainda encanada com desenhinhos animados (apesar de ter ficado dez dias sem televisão)...
Esses dias ouvi - juro! - um dos Backarghs dizendo que era "surfista calhorda", como na música dos Replicantes. Será que o tradutor tem referências do punk rock nacional das antigas ou eu ando viajando demais em teorias da conspiração?
Para quem não conhece, a letra é assim:

Surfista Calhorda
Rack na caranga muito louca pra dar banda,
Cheque na carteira recheada de paranga,
Prancha importada assombrando a meninada,
Corpo de atleta e rosto de Baby Johnson.

É, mas quando entra na água.
É, na primeira braçada.
É, ele não vale uma naba.
Ele não surfa nada, ele não surfa nada!

Tem duas Surf Shops que só abrem meio dia,
Vive da herança milionária de uma tia,
Vai pra Nova Iorque estudar... advocacia!
Ah, Surfista Calhorda,
Vai surfar noutra borda.

postado por: Carol 10:41 PM



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Quarta-feira, Março 01, 2006

Primeiro, a Olívia do Elevê do Mothern confessa ter sonhado que era amante do Barney (provavelmente aquele mesmo, o dinossauro da nossa imaginação). Depois, a Meg revela ter se apaixonado pelo Spartacus (aquele mesmo, de Lazytown). E eu aqui, achando Rugrets e Caillou fofos. Quanta ingenuidade!

postado por: Carol 2:10 PM



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