I have nothing to do. I have nothing to say (J. Thunders/Born to lose)
Segunda-feira, Junho 19, 2006
Eu sou a genitora, provedora, educadora, recreadora, motorista, personal stylist e hair designer (!!!) da cria. Aí, na sala da dentista, doutora M. exclama, diante da minha cara incrédula depois de escutar o tipo de exercício que teria de fazer três vezes por dia na boca da menina: " Mãe (odeio quando os profissionais da saúde me chamam assim), VOCÊ vai ser o aparelho ortodôntico dela, entendeu?". Entendi. Era só o que faltava para minha vida cheia de tempo ocioso...
postado por: Carol 2:27 PM
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Sábado, Junho 10, 2006
A Helê perguntou no
Duas Fridas, eu confesso aqui. A categoria inferior de filmes que adoro é a de super heróis vindos dos quadrinhos. Como não leio quadrinhos, acho os filmes ótimos, a despeito de tantas críticas dos entendidos no assunto. Batman, Homem Aranha (amo!), Hulk, Quarteto Fantástico e X-Man, é claro. O mais inconfessável é que fico tentando interpretar seriamente as aventuras dos heróis americanos. Ontem mesmo, depois de assistir X-Man 3 no cinema, vinha no carro tentando convencer Cibié que Magneto não é do mal. "Ele é só uma espécie de xiita. Tipo Al-Qaeda, saca?" Aí ele fica olhando para mim com aquela cara de "nada a ver você falar isso, Carol. É só um filme". Também acho isso (que é só um filme), mas sigo filosofando sobre as "mensagens implícitas" nas histórias. É caso perdido, mesmo.
postado por: Carol 9:59 PM
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Sexta-feira, Junho 09, 2006
E eu também ia criar a comunidade "Amo o obituário do JL". Nem tanto pelo obituário em si, mas porque - influenciada por uma colega - fantasiava que o autor era o Jude Law, igual no filme Closer. A foto da minha comunidade, inclusive, seria o o próprio em cena do filme. Aí vem outra colega e me conta que as colunas são escritas todo dia pela mesma moça. Não se faz isso com a fantasia alheia, viu?
postado por: Carol 5:25 PM
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Toca o telefone da loja, eu atendo e uma mulher pergunta se tem o tênis da marca tal para criança. Como o tênis não existe na numeração infantil, eu pergunto: "Para criança, mas em que número?". E a mulher responde, na maior inocência: "Número 40 ."
As mães, essas incorrigíveis, né?
postado por: Carol 5:18 PM
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Quarta-feira, Junho 07, 2006
Muito antes de Dan Brown, eu já tinha subvertido a história contada pelo catolicismo. Sem saber, é claro. Lembrei essa semana, quando ouvi as primeiras músicas juninas no som ambiente de uma loja de departamentos. Quando criança, graças aos meus pífios conhecimentos católicos, eu achava que aquela música "com a filha de João, Antônio ia se casar, mas Pedro fugiu com a noiva, na hora de ir pro altar" era a história real dos santos. Culpa da minha mãe praticamente atéia.
postado por: Carol 11:16 AM
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